quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Médico ou monstro?

Depois de cumprir a obrigação e vencer o torneio de pré-temporada (também conhecido como 1º turno do Campeonato Pernambucano), o Náutico mostrou duas caras neste início de 2º turno. A questão principal é: Qual é o verdadeiro Náutico. Aquele que atropelou o Petrolina ou aquele que perdeu pro Pesqueira? Nem uma coisa, nem outra.

No jogo contra o Petrolina, o Náutico só conseguiu deslanchar mesmo no 2º tempo, quando Rogério resolveu tocar o terror. O time mostrava seus pontos fracos com o goleiro Felipe e o zagueiro Luiz Eduardo bem inseguros quando acionados. Auremir provando a cada dia que deve voltar pra volante urgentemente e um Bruno Collaço que, apesar de não estar jogando mal, não empolga. De positivo, o time funcionou bem demais do meio pra frente (SÉRIO? VOCÊ JURA? Parabéns, mestre do óbvio).

No jogo contra o Pesqueira, apesar de perder pra um time que os juniores venceram no 1º turno por 3x1 sem muitas dificuldades e que, a julgar pelo jogo dos Aflitos, conta com a torcida mais legal do campeonato (Sabe aquele jogo de 5ª série que as mães e amiguinhos vão torcer daquele jeito bem típico com gritinhos, músicas engraçadas e entusiasmo infantil? Pronto, era a torcida do Pesqueira. Simpatia gratuita). Porém, Élton continua a se mostrar matador e Rogério voltou com o capeta no couro após o sumiço. De defeito, adivinhem? Goleiro inseguro, zagueiro falhando em lances cruciais, Auremir sendo driblado facilmente no lance do 2º gol, mais do mesmo.

Única foto boa que mostra a melhor torcida do campeonato.

O caminho do Náutico para o fim do jejum de títulos passa pela capacidade de Vágner Mancini de acertar a defesa. No gol, Felipe vai continuar matando a torcida de raiva, acho Gideão um pouquinho melhor, mas não resolve o problema de que os nossos goleiros são, com muita bondade, os 4º e 5º melhores do estado. Na zaga, com a volta de Jean Rolt, a dúvida é quem vai ser o melhor companheiro de zaga entre Alison e Alemão (creio que Alison). Nas laterais, por favor Auremir VOLTE PRA SER VOLANTE, Douglas Santos já deveria ter recuperado a titularidade e Maranhão deve assumir a outra lateral. Além disso, o bom Rodrigo Souto foi contratado e deve ajudar na proteção da zaga junto com Eli e Martinez.

Auremir: Jogador de futebol, modelo, MAS VOLTA PRA LATERAL, POR FAVOR!

O ataque já temos. Élton tá subindo de produção sem Kieza e Rogério comeu feijão durante o sumiço (nem lembra aquele jogador que só chutava fraco). O último nome é que vai ser a grande incógnita pra o resto da campanha, o Náutico tem que decidir se investe o dinheiro que a saída de Kieza deixou nos cofres do clube em um meia que resolva os problemas do time ou em um atacante velocista pra jogar na ponta oposta a de Rogério pra ajudar a servir o nosso pivô Élton. Eu traria um bom atacante.

Outra grande incógnita é Vágner Mancini. Tem complicado jogos fáceis, porém levando em conta a quantidade de problemas que ele enfrentou nesse começo de trabalho (lesões de Rolt e Martinez, saída de Kieza, sumiço de Rogério), acho que ainda não dá pra cravar se ele tá fazendo um bom ou mal trabalho, mas daqui a algumas rodadas será cobrada uma evolução do time, conforme as peças forem voltando. Afinal, um time com: Gideão, Maranhão, Rolt, Alison, Douglas, Eli, Souto, Martinez, Giovanni, Rogério e Élton deve ser mais do que capaz de bater um Santa Cruz enfraquecido e um Sport em crise.

sábado, 23 de fevereiro de 2013

Champions League 2012/2013



Fazia um bom tempo que eu não acompanhava futebol europeu, via poucos jogos, geralmente da Champions League. Essa temporada resolvi voltar a assistir, claro que não vejo tudo até porque eu tenho uma faculdade atrasada pra terminar. Acompanho quando dá o Campeonato Ingles, Espanhol, Champions League, Liga Europa e poucos jogos do Campenato Alemão. Não tenho saco pra Campeonato Italiano, há algum tempo tá uma bosta. E, claro, eu não vou perder meu tempo assistindo QPR x Wigan, quando eu poderia estar dormindo.

Mas esse post é exclusivo para falar da Champions League que chegou nas suas oitavas-de-final com os jogos de ida sendo disputados nas duas últimas semanas. Obviamente não assisti todas as partidas, até porque algumas eram no mesmo horário. Acompanhei Valencia x PSG, Arsenal x Bayern Munich e Milan x Barcelona e, como era de se esperar, foram ótimas partidas. Abaixo uma pequena análise das partidas e eu vou dar uma de vidente pra ver se acerto alguma coisa para as partidas de volta.

Valencia 1 x 2 PSG: Domínio do time francês. Confirmou a boa campanha (5 vitórias e 1 derrota, terminando em primeiro no grupo A) com uma boa vitória na Espanha e poderia ter definido a classificação já nessa partida, mas tirou o pé no segundo tempo. Não fosse o gol de Rami aos 90 minutos de partida o Valencia provavelmente poderia já começar a pensar na Champions da próxima temporada. Ainda há esperança, mas acho muito improvável que o time espanhol consiga reverter essa situação no Parc des Princes. Pra mim, PSG passa.

Arsenal 1 x 3 Bayern: Um primeiro tempo arrasador do Bayern e para esquecer do Arsenal. O time inglês conseguiu a marcar de ZERO chutes a gol no primeiro tempo. Resultado, voltou para o provavelmente luxuoso vestiário do Emirates Stadium perdendo por 2x0 (Tony Kroos aos 7 e Muller aos 21) fora o baile. No segundo tempo o Arsenal voltou mais ligado e fez um gol rapidinho com Podolski, mas Mandzukic, o croata que colocou Mario Gomez no banco, fez um gol cagado (quando a fase é boa...) e fechou o placar em 3x1 colocando, pra mim, o Bayern nas quartas.

Milan 2 x 0 Barcelona: Há algum tempo eu comentei com alguns amigos que achava o jogo do Barcelona chato. Obviamente quase me batem, mas enfim, esse negócio de tocar, tocar, tocar e tocar mais um pouco ás vezes é bonito de ver, temporada passada e em 2011 me enchia os olhos ver o Barcelona jogar, mas com o tempo foi ficando monótono, previsível, chato mesmo. Depois que o Chelsea eliminou o Barcelona na Champions do ano passado eu falei que não ia demorar para descobrirem o caminho das pedras, eu só não achava que o próximo a surpreender o favorito Barça seria um time, a meu ver, fraco feito o Milan (O Barcelona perdeu outras vezes, claro, mas em jogo de pontos corridos, tem uma relaxada natural). Me surpreendeu mesmo, há muito tempo não via o Rossonero, que tenho certa simpatia, jogar feito jogou quarta-feira. Marcando bem, saindo com velocidade, jogando com inteligencia. Foi a primeira vitória do Milan em casa nessa UCL e acho que uma vitória importantíssima para a classificação e para a moral do grupo. Pra mim, passa o Milan, apesar que vai ter que comer o pão que o diabo amassou pra segurar os homi no Camp Nou.

Completando as oitavas-de-final da competição tivemos:

Celtic 0 x 3 Juventus - Juventus passa tranquilamente.

Real 1 x 1 Manchester United - Difícil, mas aposto no Manchester por jogar em casa.

Shakhtar 2 x 2 Borussia Dortmund - Duelo dos times que mostraram o melhor futebol na 1a fase. Para mim, o Borussia passa.

Porto 1 x 0 Málaga - Não vi nada de mais no time do Porto e o Málaga vem muito bem na competição. Vai ser suado, mas o time espanhol passa.

Galatasaray 1 x 1 Schalke 04 - Se golaço valesse mais que 1 gol o time turco teria goleado o Schalke. Que golaço de Yilmaz! Galatasaray passa, nos pênaltis.

Vamo ver o que eu acerto, se valesse dinheiro eu provavelmente erraria tudo (inclusive o jogo da Juventus), mas como não vale quem sabe eu acerto alguma coisa.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Nada se dispara sozinho

Lucas Lyra, 19 anos, torcedor apaixonado do Náutico, no último sábado foi até o estádio do seu time de coração assistir uma partida de futebol.

Kevin Baltrán, 14 anos, torcedor apaixonado do San José, na última quarta foi até o estádio do seu time de coração assistir uma partida de futebol.

Como se pode ver, ambos são jovens, gostam de futebol e acompanham de perto seus times. O que difere? Um está na UTI de um hospital público do Recife lutando por sua vida e o outro está em um caixão em Oruro.

Muita gente atribui aos dois casos, a palavra "fatalidade". Eu, francamente, não acredito nisso. Fatalidade seria se um raio caísse na cabeça de Lucas ou se a casa de Kevin fosse devastada por um terremoto, mas nada perto disso aconteceu. Lucas foi baleado e Kevin atingido por um sinalizador máritimo (não, você não leu errado, um sinalizador MARÍTIMO).

Antes fosse a polícia escoltando uma Avenida Alvirrubra, antes fosse..

A grande questão é, os homem que puxou o gatilho da arma ou o cara que acendeu o sinzalizador marítimo (porra, toda vez que escrevo isso não deixo de ficar incrédulo como alguém comprou uma merda dessa pra usar num estádio) não fizeram isso sozinhos. Esses crimes tem vários autores além dos infelizes que cometeram os disparos.

Isso passa desde as penas ridículas que o Judiciário aplica para casos ligados a violência no futebol, passa também por Confederações/Federações que só estão intessadas na grana que o futebol proporciona e respinga até nos clubes que são coniventes com essas merdas.

Sabe porque não resolvem o problema da violência nn futebol do Brasil? Simples, porque não há interesse. Seguem algumas perguntas para respostas rápidas:
  • Algum desembargador vai deixar de ver um jogo como visitante nas cadeiras para correr risco de tomar pedrada no meio da área reservada para torcida do seu time expremida em um canto do estádio?
  • Algum presidente de federação pega o ônibus que alguma organizada quebrou no dia anterior?
  • Algum dirigente de clube sai do estádio e anda alguns quilômetros para pegar ônibus na saída dos jogos?
O gabarito é NÃO, NÃO e NÃO.

Quem tem o poder de fazer alguma coisa simplesmente não sofre com a violência no futebol. Se escondem atrás de ternos em ambientes com ar condicionado e largam eu, você, Lucas, Kevin (que mesmo não sendo brasileiro, foi vítima de uma torcida brasileira) e todos os demais a própria sorte.


Quando acontecem casos com o de Lucas e Kevin, começa o festival de punições inutéis, declarações recheadas com a palavra "fatalidade" e um vilão é eleito, até que o assunto caia no esquecimento de novo. Nenhuma ação inteligente é tomada (proibir as organizadas só dentro dos estádios nada mais é do que enxugar gelo) e depois de um tempo, tudo volta a ser a merda que era antes.

Que punam os autores do disparos, mas que também sejam feitas ações enérgicas, passando por exigências do poder público sobre policiamento dentro e fora dos estádios, obrigando as Federações a marcar jogos em horários adequados (como é que alguém separa o início de um jogo do Náutico do fim de um jogo do Sport por 1h de diferença?) e que os culpados pelos incidentes sejam punidos, não só o indivíduo ou a torcida, mas até mesmo os clubes se necessário for.

Espero nunca mais ouvir da boca dos meus pais depois de um jogo a pergunta "Você ta inteiro?" ao invés de "Como foi o jogo?"

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Fora!

2x2, fora o baile.

O Sport foi eliminado pelo Campinense em plena Ilha do Retiro. Uma tragédia anunciada. Um 2x2 que não refletiu o que foi a partida, com o Sport, mais uma vez, jogando mal, falhando muito, dormindo e Vadão mais uma vez mostrou, pelo menos para mim, que não é treinador. Pelo menos não para o Sport.

O começo da partida foi patético, com o Sport chegando com perigo apenas aos mais de 30 minutos de partida com uma falta cobrada por Reinaldo, outro merda que não deveria sequer estar na Ilha do Retiro. Ainda assim conseguiu uma jogada no fim da primeira etapa, com Felipe Azevedo concluindo bem para o gol. Esse gol, vale salientar, foi mais demérito do Campinense do que mérito do Sport. A Raposa vinha bem na partida, mas vacilou nesta jogada. Consertou o erro minutos depois com Bismarck (melhor da partida a meu ver) chutando de fora da área e empatando a partida. No segundo tempo o Sport voltou ainda pior e o Campinense virou o jogo, aí o Leão foi pro abafa, conseguiu empatar o jogo de novo com Felipe Azevedo de pênalti (que pra mim não existiu, mas foi um lance difícil) e foi só. Como o jogo de ida foi 0x0 em Campina Grande, o Sport foi eliminado da Copa do Nordeste pelo critério de gols fora de casa, critério este que, para mim, é uma idiotice sem tamanho, mas isso é assunto para outro post.

Eu sinceramente não sei o que acontece no Sport, parece que o time não treina. É tanto erro de passe, cruzamento, chute que chega a ser ridículo. Mais ridículo do que isso é a qualidade de jogador que a gente tem, começando de trás pra frente no time titular: Matheus, Reinaldo, Fábio Bahia, Moacir (que já comeu o crédito dele inteiro e entra na lista das trepeças do time), Hugo (240 mil por mês pra jogar isso? Eu faço por menos), sem contar, claro, Vadão, nosso grande treinador que hoje errou por omissão, viu que o time não tava bem, todo mundo viu isso e não fez nada pra mudar. Quer dizer, fez, aos 20 minutos do 2º tempo quando o Sport já tava perdendo o jogo, colocou Sandrinho no lugar de Hugo e no começo da segunda etapa voltou com Felipe MenezzZzZzes no lugar de Marino (outra bosta, mas chegou agora, quem sabe com ritmo e entrosamento ele melhore).

FORA!
Não sei realmente o que Reinaldo ainda faz no Sport, Renê, que já não é lá essas coisas, é muito melhor do que ele, mas de longe. Hoje, nosso lateral esquerdo, foi, mais uma vez, nulo. Mentira! Ele não foi nulo, ele colocou uma bola no travessão, óóóóóóóóóóó. Matheus eu me recuso a cornetar, não vale a pena. Agora o caso mais revoltando é Hugo, o cara fez uma boa Série A ano passado, não foi esse craque todo que dizem, mas foi importante, principalmente pelos gols que marcou, se machucou no começo do ano e eu falei, aqui mesmo, que não tem como julgar naquele momento (2ª partida), visto que ele ainda tava adquirindo ritmo e tal, mas agora não tem explicação. EU QUERO HUGO FORA DO SPORT. Não corre, não acerta passe, não chuta, não cruza, não faz gol, resumindo, não faz nada ofensivamente e defensivamente nunca fez e para piorar, assistindo a transmissão do Esporte Interativo, ouvi os caras falando que Hugo pediu para não jogar no começo da Copa do Nordeste porque não estava com cabeça devido a renovação de contrato. Piada, né? Vou usar o mesmo exemplo usado na transmissão: Joe Flacco, quarterback do Baltimore Ravens jogou os playoffs inteiros com o contrato no fim e sem saber se seria renovado, o que ele fez? Foi, simplesmente, o melhor jogador dos playoffs e levou o time ao título da NFL, sendo o melhor jogador do Superbowl. Isso sim é um jogador. Hugo, só por isso, não merece pisar NUNCA MAIS dentro da Ilha e de qualquer outro clube, não merece ser chamado de atleta. Fábio Bahia é triste, tem nem mais o que falar. O time sentiu muita falta de Rithelly, jogador muitas vezes perseguido devido aos gols que perde, mas é um leão, se mata em campo, corre do início ao fim, não é um craque, mas mostra o que muito jogador grande por aí não mostra: vontade. Roger também fez falta, hoje o time precisava dele. Jogadores importante que não foram bem hoje, como Cicinho e Felipe Azevedo, que fez dois gols, mas jogou mal, fizeram muita falta também.

Nem tudo foi ruim hoje para ser sincero, foi bom ver Sandrinho entrando bem no time, esse garoto tem futuro, espero que Vadão, ou qualquer outro treinador que venha para o Sport porque eu acho que Vadão vai vazar logo, dê mais oportunidades para ele e que a torcida seja mais sensata e dê tempo pro garoto desenvolver melhor, sem contar na imprensa também, que não pode fazer com Sandrinho o que fez com Ciro e o que a imprensa brasileira faz, guardadas as devidas proporções, com Neymar, por exemplo. Não estraguem o garoto.

E é isso, como diria Carlinhos Bala: "Agora e abaixar a cabeça e seguir em frente". Focar no Pernambucano  e começar a preparação para a Série B que eu to achando que vai ser uma dor de cabeça da peste, mas bola pra frente que o ano começou agora.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Rogério e o mundo paralelo do futebol

Alguns períodos do ano costumam ser bem fracos de notícias para o noticiário esportivo. Aquelas semanas após o fim dos campeonatos nacionais, o mês de Janeiro (onde costumam rolar aquelas peladas feiosas do tipo Amigos do Carlinhos Maranhense x Amigos do Zezinho) e o Carnaval, quando as páginas da internet de qualquer noticiário esportivo parecem a do Ego. Eis que o Carnaval veio e bombas chegaram ao Náutico.

Jogador promessa se envolvendo em acidente tenso de carro, ídolo da torcida dizendo que tem proposta do futebol chinês (será que essa proposta existiu mesmo?), mas o caso que me chamou atenção, foi o caso Rogério.

Explico os motivos: Rogério foi um dos grandes acertos do Náutico nos últimos anos, ao invés de apostar em jogadores do eixo Sul-Sudeste que encaram a vinda pro Náutico como um retrocesso, o clube apostou num cara do interior do estado louco pra mostrar serviço num time da capital, aparecer para o mercado nacional e a aposta deu certo, como já tinha dado com Elicarlos e Sidny, por exemplo.

Entre gols perdidos, dancinhas, assistências e uma lesão seríssima, Rogério colocou no banco cada um de seus concorrentes, de Ricardo Xavier a Araújo. Nesse meio tempo, uma coisa me chamou a atenção, ele sempre partiu pra cima dos adversários (não importa se fosse Dedé ou Chiquinho Maceió), mesmo sendo franzino e baixinho ganhava bolas aéreas de marcadores que tinham o dobro de seu tamanho e não sentiu a pressão de jogar em um clube da capital.

Um acesso para Série A e uma classificação para a Sul-Americana depois, 2013 tinha tudo para ser o ano do garoto de Pesqueira, mas eis que, em pleno Sábado de Carnaval, uma bomba explode no Náutico. Rogério não treina e bota o Náutico na Justiça.

Alguns dias de sumiço e Rogério no dialeto do jogadores de futebol (eu precisei de um tradutor do Google pra entender o que ele disse) se manifesta no seu perfil do Facebook dizendo que o Clube devia salário, FGTS, premiações, que tinha jogador do banco que ganhava mais que ele e que "só" tinha pedido um aumento. Enfim, só faltou dizer que o Náutico não tinha pago as 30 virgens que ele merecia pelo acesso.

Alguns torcedores do Náutico tiraram conclusões imediatas e acusaram a diretoria do Clube de ter errado. Como eu conheço a diretoria do meu (e sei as merdas que eles fazem) e também sei que jogador de futebol é conversador, preferi esperar para que os fatos mostrassem quem tá certo.

Não só a diretoria do Náutico mostrou todos os comprovantes de pagamento (a história das 30 virgens, aparentemente, não estava em contrato), como o Juiz deu ganho de causa ao Náutico e depois da notícia, Rogério se manisfestou, no mesmo dialeto, no mesmo perfil do Facebook dizendo frases do tipo "quem nunca errou, sou humano" e vai ter que voltar com o rabinho entre as pernas pro Náutico. Isso me fez pensar no mundo paralelo que o futebol vive quando comparado as outras profissões.

Vamos lá. Rogério simplesmente não foi homem, foi um filho da puta, teve atitude de mal caráter, visto que usou de mentiras para jogar a torcida contra o Clube e tentar ganhar na marra o passe na Justiça. Além de pedir um aumento baseado em algo que acho de extremo mal-gosto: usar como argumento o que outros profissionais ganham.

Ganho menos do que Reis, fera! Vou fugir daqui.

Se o mundo do futebol fosse igual ao trabalho que nós, meros mortais, temos, Rogério seria descontado dos dias que fugiu ou demitido por justa causa, mas sabe o que irá acontecer: Vai ser perdoado, próximo gol que fizer beijará o escudo, fará reverência a torcida, o Clube dará um aumento e fingirá que isso não aconteceu. isso não vale só pro Náutico, já aconteceu no Sport (Marcelinho Paraíba), Flamengo (Ronaldinho), Vasco (Romário) e em vários outros clubes do cenário nacional.

Sabe porque isso acontece? Os clubes são extremamente carentes em profissionalismo e amadores neste sentido.
Jogadores estão nas mãos de empresários ambiciosos atrás de mais e mais dinheiro (os nossos "ídolos" também são assim, não se iludam), os clubes cada vez mais deficitários e são reféns do talento e/ou do alto investimento feito nos atletas (logicamente, também não cumprem o acordado na grande maioria das vezes). Além do grande risco de uma Diretoria punir energicamente um jogador e a patota de companheiros fazer corpo mole e derrubar o time.

Nessas horas, levanto minhas mãos pro céu por não trabalhar com meu time, pois minha vontade seria de que Rogério passasse um tempinho só treinando (de meio-dia no calor de Recife), fosse descontado dos dias que fugiu, tomasse uma multa pra aprender que contratos existem pra serem cumpridos e só dava aumento se ele conseguisse fazer uns 10 gols na Série A.

Como não sou (e acredite estou aliviado por isso), Rogério será recebido por seu "pai" Kuki, pelo seu "irmão" Kieza e com uma série de boas atuações, eu e a grande maioria dos torcedores do Náutico "esqueceremos" que isso aconteceu, até ele ser vendido para outro clube.

Porque? Porque é assim que o mundo paralelo do futebol funciona para quem vive nele e nós torcedores fazemos parte e aceitamos isso. E segue a vida..

PS: Rogério, agora, trate de melhorar sua finalização, viu?

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

A temporada regular da NBA chega na metade - Parte 2

Esta semana, a maioria dos times da NBA atingiu a marca de 41 jogos, significando que metade da temporada regular já foi atingida. As vésperas do All-Star Game, faremos um balanço da temporada  de uma maneira diferente, analisando os times como se fossem pilotos de Fórmula 1.

Sebastian Vettel - É talentoso, bom, tem recursos. Enfim, o título é bem possível.

Kimi Raikkonen - É bom, é divertido, mas falta alguma coisa (carro, no caso do finlandês). Título tá um pouco longe, mas uma vaga pros playoffs é garantida.

Paul di Resta - Aquele cara que faz o bom e velho trabalho digno. Briga por uma vaga nos Playoffs.

Piloto da Marussia (qualquer um) - Tá lá pra fazer figuração, ou seja, vão esperar para ver se tem sorte no próximo draft.

Hoje, falaremos da Conferência Oeste. O resumo da conferência Leste você pode ler aqui

New Orleans Hornets, Phoenix Suns, Sacramento Kings, Minessota Timberwolves e Dallas Mavericks

O Hornets continua no seu eterno processo de reconstrução, draftram o bom pivô Anthony Davis na escolha 1 do Draft e o moleque tem feito um bom trabalho, ano que vem a fraqnuia mudará seu nome para New Orleans Pelicans, terá novos donos e talvez com a injeção de ânimo$, o time volte a ser alguma coisa. Os Sóis de Phoenix estão tendo uma temporada como se esperava, difícil depois da perda da sua referência técnica, o mago das assitências Steve Nash, porém Goran Dragic vem fazendo um bom papel na substituição do armador canadense que foi para o Lakers.

O Sacramento vive um momento turbulento dentro e fora das quadras, seu principal jovem DaMarcus Cousins age a la Balotelli, o resto do time não defende nem se a mãe estiver morrendo e a franquia vive com o boato que vai se mudar para Seattle (reeditando o famoso Seattle Supersonics). Resumindo: uma zona só.

Não gostaria de colocar os Mavs e os Wolves nessa categoria, mas infelizmente se faz necessário. O Mavs se desfez de quase todos seus campeões de 2011 e Dirk merecia um time melhor para jogar com ele. A esperança é que Mark Cuban fez vários contatos de 1 ano de duração e isso abirá espaço no teto salarial para a próxima temporada. Já o Wolves tem um time que tem tudo no lugar um franchise player (Kevin Love), um armador talentoso (Ricky Rubio), um bom pivô (Nikola Pekovic), um estrangeiro que joga muito (o jogador com a melhor sigla da NBA, Andrey Kirilenko, o AK47) e um novato promissor (Alex Shved). Aí você se pergunta, como um time bonito-cheiroso-e-simpático como eles estão fora da briga? Lesões e mais lesões, na semana passada o Wolves só tava com Rubio e Shved disponiveis entre os citados. Espero que o time faça um final de temporada decente e que volte inteiro pra vermos eles nos playoffs da próxima temporada.

LA Lakers, Portland Trail Blazers, Houston Rockets e Utah Jazz



O Lakers assustou todo mundo com suas contratações. Trouxe o superman Dwight Howard, o mágico Steve Nash, manteve Pau Gasol, isso sem contar com um tal de Kobe Bryant. Enfim, a questão parecia chegar pra um: Quando eles vão receber o anel de campeão? Eis que o time perde TODOS, isso mesmo T-O-D-O-S jogos de pré-temporada, demitiu o técnico depois de 6 jogos numa medida desesperada e pra resolver os problemas, trouxeram o contestado Mike D'Antoni.

Os jogos do Lakers tinha o mesmo roteiro, eles tomavam uma surra nos 3 primeiros quartos e sabe-se lá como (leia Kobe acertando cesta até da arquibancada com 2 caras marcando ele) se mantinha no jogo. Melhorou no último quarto, mas só pra perder de pouco. O time parece dar alguns sinais de melhora, a questão é se será suficiente para evitar o vexame de ficar fora dos playoffs com um time que era apresentado como o possível de uma nova dinastia da NBA.

O Blazers é um time que a médio prazo pode se tornar um dos cabeças da conferência. O all-star LaMarcus Aldridge ganhou a companhia do provável Rookie of the Year, Damian Lillard. Olho nesse cara, o cidadão está com médias próximas as da temporada de estreia de um certo Michael Jordan.

O Rockets, pra mim, é um dos times mais legais de ver na NBA. Jeremy Lin continua jogando bem (embora seja um pouco superestimado), Carlos Delfino vem do banco com suas bolas de três matadoras, Chandler Parsons é um bom ala, Omer Asik é um pivô de bons recursos e tem o espetacular James Harden. O barba, mais rápido do que todos esperavam, tomou a liderança do time e em vários jogos tem dado verdadeiros shows. Se tiverem uma chance, vejam jogos do Rockets, sério.

Eu, francamente, não esperava encontrar o Utah dentro do grupo de classificados até aqui. Acho, inclusive, os outros três citados anteriormente, times melhores, porém, não vejo o time armando uma surpresa na pós-temporada. Uma classificação já seria de ótimo tamanho.

Memphis Grizzlies, Golden State Warriors e Denver Nuggets


O Grizzlies chegou até a liderar a Conferência no começo, mas foi perdendo terreno. O time resolveu se desfazer do bom Rudy Gay (foi pro Raptors) para abaixar o teto salarial e poder segurar seus outros pilares, o ótimo Zack Randolph e Marc Gasol. Antes, se já existia uma dúvida se o time conseguiria algo além de uma semi de Conferência, hoje é praticamente uma certeza que disso eles não passam.

O Golden State Warriors é a surpresa da temporada. O armador Stephen Curry é um dos melhores jogadores da temporada e David Lee também vem bem e olha que durante quase toda a campanha, eles não puderam contrar com o pivô Andrew Bogut. Não só eles vão se classificar para a pós-temporada, como chegam com chances de passar pras semifinais de conferência, algo que era fora de realidade no começo da temporada.

O Denver tomou uma decisão acertada após a saída de Carmelo Anthony. Fez uma reconstrução gradual, ao pouco foi renovando o time e trouxe uma estrela (embora não tão genial quanto Melo) para comandar o time. Andre Iguodala demorou para encontrar o ritmo no time, mas conforme ele foi se adaptando e entrando no ritmo dos companheiros, os Nuggets subiram gradativamente na tabela Ah, não se esqueçam de sempre procurar os lances geniais de JaVale McGee.

San Antonio Spurs, Oklahoma City Thunder e LA Clippers


O San Antonio (de novo) tem a melhor campanha da NBA. Isso tudo sem nenhuma novidade, Gregg Popovich continua com seu jeito Muricy Ramalho de ser com os jornalistas, Tony Parker continua liderando o time, Manu Ginóbili continua dando passes em espaços inimagináveis para seres humanos normais, Tim Duncan continua sendo um robô sem emoções, embora bem eficiente e o banco ajuda demais. O time é entrosado, tem tudo pra terminar em 1º e ficar esperando os demais se matrem antes de chegar na final, qualquer coisa que não seja uma volta ao finals ou título será considerado um fracasso.

O Thunder á ninfeta da NBA. Kevin Durant só está abaixo de LeBron James, Russell Westbrook parece ter criado juízo ou desenvolvido um cerébro. Até quando eles podiam se dar mal (transferência de James Harden), eles obtiveram um cara que também faz muito bem o 6º homem, Kevin Martin. O air-espanish-congo Serge Ibaka continua com sua defesa agressiva, distruibuindo tocos, além do resto do time titular e do elenco também ser bom. O time parou nas fianis da conferência em 2011 e foi derrotado no Finals em 2012, parece estar pronto pra dar o último passo em 2013, coroando uma das ascenções mais rápidas de uma franquia na NBA.

O Clippers é a sensação da temporada, a história de conto de fadas em forma de time. O time mais azarado e perdedor de todos e bullymizado constantemente pelo seu rival, tem feito a temporada dos sonhos, graças a um homem: Chris Paul. Pra mim, é o MVP dessa temporada, vem jogando um basquete de encher os olhos, liderando o time dentro e fora de quadra e as pontes aéreas que ele distribui para Blake Griffin e DeAndre Jordan são coisa de outro mundo. O time corrigiu seu problema da temporada anterior: banco. Jamal Crawford surge como provável melhor 6º homem da temporada e eles ainda contam com o pegador-de-Kardashians Lamar Odom, Matt Barnes e Ronny Turiaf. Pra completar, eles ainda bateram o recorde de vitórias consecutivas e estão vendo o todo-poderoso Lakers fora do playoffs. Enfim, é esperar que a magia não acabe.

Aposta para a classificação do fim da temporada:
Spurs, Thunder, Clippers, Nuggets, Grizzlies, Warriors, Rockets, Lakers.

sábado, 2 de fevereiro de 2013

A Era Felipão - 1º Ato

A Era Mano Menezes acabou, tarde diga-se. Volta a seleção o último treinador campeão mundial, Luiz Felipe Scolari. Volta como uma espécie de salvador da pátria, que se via em baixa com o ex-técnico de Grêmio e Corinthians. O primeiro desafio de Felipão é tentar, em pouco mais de 1 ano e meio, dar cara a uma seleção desorganizada. Apesar que nas últimas partidas de Mano o Brasil ter apresentado uma melhora era notório que a seleção ainda não estava pronta para enfrentar uma Copa do Mundo e sair vitoriosa, mesmo com os grande jogadores que temos. Felipão chegou para isso, para transformar um time que não ganhava nada em um time campeão, ele já mostrou que é capaz disso e estamos todos na torcida para que dê certo.

A primeira partida de Felipão em sua volta à seleção acontecerá em alguns dias contra a Inglaterra (fazia tempo que o Brasil não jogava contra uma seleção de ponta) e a convocação foi feita com algumas surpresas boas, como Filipe Luís.

Vamos à lista e convocados e uma breve análise de cada nome.

Goleiros

O melhor goleiro do mundo.

Júlio César ( Queens Park Rangers - ING ) - Que Júlio César tem bola pra jogar na seleção todo mundo sabe. Apontado como um dos responsáveis pela eliminação brasileira na Copa de 2010 ( e foi mesmo, fez uma boa copa, mas falhou quando não deveria ), o jogador vem fazendo boas partida pelo time inglês, mas eu ainda acho que a seleção deve ser renovada até porque temos jogadores para isso. Para mim, não seria titular, mas eu não duvido que Felipão vai iniciar com ele, não chega a ser um erro, mas não acho que seja a melhor escolha.

Diego Alves ( Valencia - ESP ) - Esse seria meu titular. Não é tão jovem ( 27 anos ), mas se comparado com Julio César é. Muito bom goleiro, que venho querendo na seleção há muito tempo.

Laterais

Mmmmbop, ba duba dop!! - Filipe Hanson Luís

Daniel Alves ( Barcelona - ESP ) - Não tem muito o que pensar aqui, é o melhor nome que temos, apesar de, já algum tempo, vir jogando um pouco abaixo do que sabe.

Adriano ( Barcelona - ESP ) - Jogador versátil, originalmente é lateral - esquerdo, mas joga na direita também, foi bem nas últimas convocações.

Filipe Luís ( Atlético de Madri - ESP ) - Ta aí um jogador que queria ver com a camisa da seleção, apesar de já ter sido convocado anteriormente. Vem jogando muito bem no Atlético de Madri e merecia já algum tempo a convocação, mas Mano, né? Não será titular, disputa posição com Marcelo que é, pra mim, o melhor lateral esquerdo do mundo, mas é um bom reserva para ele.


Zagueiros


Sem filar, quem é esse?

David Luiz ( Chelsea - ING ) - Não gosto. Fico apreensivo quando toca na bola, espero sempre uma besteira saindo dos pés dele ( igual quando César jogava no Sport ), mas tenho que admitir que jogou muito bem contra o Corinthians no Mundial apesar da derrota inglesa e vinha jogando bem nos últimos jogos de 2012 pelo Chelsea.

Miranda ( Atlético de Madri - ESP ) - Formou uma das melhores duplas de zaga que já vi no futebol brasileiro com Alex Silva, marca forte, é rápido, está em boa forma no time espanhol. Boa surpresa.

Dante ( Bayern de Munique - ALE ) - Eu confesso que não sei nada sobre esse jogador, só o que li em algumas matérias ultimamente. Parece ser uma boa aposta, mas tá meio na cara, para mim, que foi convocado somente por conta da lesão de Thiago Silva. É esperar pra ver.

Leandro Castán ( Roma - ITA ) - Excelente zagueiro. Mostrou no Corinthians que tem todas as qualidades necessárias para ser um grande zagueiro. É seguro, marca bem, tem boa saída. Jogou bem quando foi convocado por Mano apesar de jogar fora de posição. Não acompanho futebol italiano ( quem tem saco pra isso? ), mas li que foi muito bem recebido na Roma e vem jogando bem. Boa convocação.

Volantes

Jean do Fluminense pro lugar de Hernanes

Arouca ( Santos - BRA ) - Sempre fui fã de Arouca desde quando jogava no Fluminense, gostei da convocação, mas duvido que seja titular, mas também não acho que mereça, dado os nomes que temos. É um bom banco.

Ramires ( Chelsea - ING ) - Não tem nem o que comentar, titular absoluto da seleção.

Paulinho ( Corinthians - BRA ) - Lembro em 2011, numa conversa com um amigo meu corintiano em que ele falou que Paulinho merecia ser convocado para a seleção e eu ri dele. Não gostava de Paulinho naquele época, mas tive que mudar de opinião. Paulinho em 2012 foi brilhante, melhor meio - campo do Brasil sem sombra de dúvidas e correspondeu muito bem às convocações. Outro que, não só para mim, é titular absoluto do Brasil.

Hernanes ( Lazio - ITA ) CORTADO - O pernambucano pintou miséria aqui no Brasil, foi vendido para a Lazio e chegou lá fazendo muito barulho, nunca se firmou como titular da seleção e recebeu uma nova chance, mas infelizmente se machucou numa partida do campeonato italiano e fica de fora desse amistoso.

Jean ( Fluminense - BRA ) - Convocado para o lugar de Hernanes. Gostei da convocação. Foi um dos melhores jogadores do campeão Fluminense no Brasileiro, talvez não o vejamos jogar, mas eu acho que tem bola pra pegar pelo menos uma reserva nesse time aí nas próximas convocações.

Meias

Tô de volta, galere.

Oscar ( Chelsea - ING ) - Jovem, talentoso, já é uma realidade. Titular, sem sombra de dúvidas.

Ronaldinho Gaúcho ( Atlético Mineiro - BRA ) - Fez um bom campeonato brasileiro, nada de mais. Tá na seleção mais por nome do que por bola. Sempre gostei dele, torço que se recupere, volte a jogar o que sabe, mas não tenho esperanças.

Atacantes


Hulk, atacante da sel... oh, wait!

Lucas ( Paris Saint German - FRA ) - Gosto de Lucas, acho que vai arrebentar na França, estreou jogando bem, levou uma bronca de Ibrahimovic ( merecida ) em outra partida e se recuperou bem, tá engatinhando ainda no futebol europeu, mas tem tudo pra ser um grande jogador.

Neymar ( Santos - BRA ) - Não tem nem o que comentar. Melhor jogador brasileiro. Titular absoluto.

Luís Fabiano ( São Paulo - BRA ) - Desde que retornou ao São Paulo em 2011 fez 42 gols em 59 jogos. No Brasileiro de 2012 sofreu com as lesões, mas ainda assim marcou 17 gols perdendo a artilharia apenas para Fred. Já mostrou na seleção que tem bola pra ser titular, foi bem na Copa de 2010, resta saber como vai ser a volta ao time. Pra mim, titular.

Fred ( Fluminense - BRA ) - O artilheiro do Brasileirão 2012 está em alta, acho um bom centroavante, mas ainda prefiro Luís Fabiano. De qualquer forma, uma boa convocação.

Hulk ( Zenit - RUS ) - Não gosto de Hulk, mas vinha bem desde as Olimpíadas ( onde, para mim, foi o melhor jogador da seleção ). Não está bem no Zenit, acho que essa transferência foi a maior besteira que ele poderia ter feito, futebolisticamente falando. Não consigo pensar em outro nome para ser convocado, então...


No geral, uma boa convocação. Não tive o que discordar veementemente com Felipão. É esperar que dê certo e que ele traga mais um título mundial para nós. 

Boa sorte, Felipão.



Brasil na Copa do Mundo... de beisebol!



Copa de 1994. Roberto Baggio se preparando para bater o penalti contra o Brasil na tão esperada final... PRA FORA!

                Quem lembra desse lance, certamente ainda lembra do nervosismo e da emoção que foi assistir esse jogo. Mas, apesar de citar esse lance épico do futebol canarinho, eu não vim aqui falar desse esporte, estou aqui para falar de outra seleção, a seleção brasileira de beisebol.

                Mas porque citar Baggio no começo do texto? Porque eu não sabia que poderia sentir tamanho nervosismo e aflição como uma final de copa do mundo, assistindo beisebol.

                Imagino que apenas os aficcionados por beisebol saibam da classificação da nossa seleção de beisebol para sua primeira copa do mundo do esporte, a chamada World Baseball Classic ou WBC, conquistada no dia 20 de novembro do ano passado. Foi uma consquista absurdamente fantástica e vou explicar porque.
               
                A classificação de uma seleção brasileira seja lá do que for pra uma copa do mundo seria motivo para tanto estardalhaço, você me pergunta? Para responder essa pergunta eu preciso apresentar os responsáveis pela façanha. Tenho o prazer de lhes apresentar a famosa seleção brasileira de beisebol!

                Como a lista de jogadores é extensa, eu vou priorizar os jogadores que se destacaram no torneio, mas caso queiram saber mais sobre a nossa amada seleção, podem acessar o link no fim.

Yan Gomes

Clube: Recém transferido para o Cleveland Indians.
Posição: catcher, terceira base, primeira base e defensor externo.

Foi o primeiro brasileiro a jogar na Major League Baseball, a maior e mais importante liga de beisebol do mundo. Estreou contra o New York Yankees em 17 de maio, em Toronto. Terminou sua primeira temporada entre subidas e descidas da MLB para a Triple-A (Liga de acesso). Na grande liga, teve 20,2% de aproveitamento, 4 home runs e 13 corridas impulsionadas em 11 idas ao bastão, uma atuação razoável. Foi negociado com o Cleveland Indians logo após o término da temporada. Sua formação esportiva ocorreu nos Estados Unidos. Ele praticava beisebol no Brasil, mas se mudou para a Flórida com a família ainda adolescente, e subiu os escalões do esporte americano (colégio, universidade e draft) até entrar em um time da MLB.

André Rienzo

Clube: Chicago White Sox (Triple-A)
Posição: arremessador (destro)

Aos 24 anos, é a principal aposta para o Brasil ter mais um jogador na MLB. Ele entrou nos White Sox em 2006 e foi escalando os níveis de ligas menores. Teve em 2012 sua temporada mais agitada. Chegou a ser suspenso por uso de doping no meio da temporada, mas teve um desempenho forte antes e depois da punição. Começou a temporada no Single-A (Winston-Salem Dash) e subiu a ponto de terminar o ano no Charlotte Nights, da Triple-A. Tem boas bolas rápida e de curva, mas ainda pode evoluir em outros arremessos de efeito.

Paulo Orlando

Clube: Kansas City Royals (Double-A)
Posição: defensor externo

Esteve perto de ser o primeiro brasileiro na Major League Baseball. Na verdade, foi o primeiro a fazer parte de um elenco da MLB, ao ser incluído na lista de 40 jogadores dos Royals para a pré-temporada de 2012. Um bom desempenho o deixaria com boas chances de ficar entre os 25 inscritos para a temporada, mas ele sofreu uma contusão e acabou perdendo os treinos. Com a preparação atrasada, foi para o Northwest Arkansas Naturals, da Double-A. Terminou o ano no Omaha Storm Chasers, da Triple-A. Negocia para defender os Cardenales de Lara, da Venezuela, no período entre o WBC e a temporada 2013 nos Estados Unidos. Sua principal virtude é a velocidade, mas também tem bom aproveitamento no bastão.

Leonardo Reginatto

Clube: Tampa Bay Rays (Single-A-)
Posição: shortstop e terceira base

Jogador rápido, tem tido melhoras no desempenho ofensivo. Em 2013, foi selecionado para participar do All-Star Game da New York-Penn League.

Rafael Fernandes

Clube: Tokyo Yakult Swallows
Posição: arremessador (destro)

Principal jogador do Brasil no beisebol japonês. Atuou na Universidade Hakuoh entre 2006 e 2009, quando assinou com o Swallows. Em 2011, teve sua primeira oportunidade no time principal, pela NPB.




                E contra a nossa seleção, as equipes da Colombia, Nicaragua e o grande favorito Panamá, com Colombia e Panamá representando grandes potências no esporte. A força de um país nesse esporte se mede basicamente pela quantidade de jogadores que conseguiram chegar à liga americana. Nosso Brasil, com apenas Yan Gomes, que mal conseguiu se consolidar ainda, contra equipes recheada de estrelas da MLB. Para ajudar a se ter uma idéia, há três anos, quando foi jogada a última copa do mundo, o Panamá foi convidado diretamente, sem existir eliminatórias, pelo fato de ser óbvio quem seria o classificado em uma hipotética eliminatória. Já esse ano, a classificatória existiu, mas apenas como mera formalidade, todos sabiam quem seria o selecionado, ou eram o que todos pensavam.

                Primeiro jogo: Brasil x Panamá! Sem colher de chá pra nossa seleção. Colocamos nosso melhor arremessador no montinho pra tentar segurar a seleção panamenha. André Rienzo sobe no montinho pra tentar dar a melhor chance possível pro Brasil e não decepciona. Apesar de não ter jogado seu melhor jogo, Rienzo limitou a duas corridas o fortíssimo ataque do Panamá, constituido por Carlos Lee, Ruben Tejada e o melhor catcher a jogar na Major League no ano passado, Carlos Ruiz, jogador do Philadelphia Phillies. André Rienzo conta, que ouviu os jogadores da seleção panamenha apostarem cervejas para quem não conseguisse bater home runs dos seus arremessos, ahahahaha, é, acabou que ninguém bateu e que a conta do bar da seleção panamenha foi cara e todos acabaram embriagados. Em contrapartida o ataque brasileiro liderado por Yan Gomes conseguiu o que precisava, 3 corridas para avançar nas eliminatórias.
               
                Segundo jogo: Brasil X Colômbia. Depois de vencer a seleção da Nicaragua com certa facilidade, a seleção colombiana se deparou com a surpresa do torneio. Pegamos o primeiro adversário desprevenido, mas será que pegaríamos o segundo? Desprevenidos ou não, a Colômbia tomou um chocolate do Brasil. 7x1. Brasil na final, a um passo da classificação.

                Terceiro jogo: Brasil x Panamá! De novo? Pois é... O Panamá conseguiu se classificar pela repescagem, batendo a Nicarágua e a Colômbia, conseguindo o direito de enfrentar o Brasil, de novo, pela final das classificatórias. Dessa vez não teve apostinha de cerveja e o Panamá, jogando em casa, não podia decepcionar sua torcida, que lotou o estádio Nacional do Panamá. O jogo foi a mais emocionante partida de beisebol que eu já vi. O Brasil jogou com confiança, fazendo o que podia para colocar jogadores em base, jogando o famoso smallball, estilo de jogo usado principalmente por equipes orientais, que foca em rebatidas simples, bunts, roubos de base e sacrifícios, buscando uma corrida por vez. Demorou, mas o Brasil abriu o placar.

                Na terceira entrada, Leonardo Reginnato e Paulo Orlando chegam em base e Yan Gomes consegue uma rebatida simples que impulsiona o veloz Orlando a marcar a primeira corrida do jogo. Enquanto isso, na defesa, Rafael Fernandes, segurou por seis entradas as estrelas panamenhas sem ceder uma única corrida. Depois disso, foi substituido por Murilo Golveia, que arremessou duas entradas perfeitas, deixando o Brasil a apenas 3 eliminações da sonhada classificação. Os craques da seleção panamenha tentaram, poderiam até ter marcado uma corrida na quarta entrada, mas por um erro do corredor panamenho, ele acabou sendo eliminado no homeplate por ninguem menos que Yan Gomes, impedindo a seleção do Panamá de abrir o placar e empatar o jogo... Mas chegou a última entrada. A Seleção brasileira segurando a frágil vitória de apenas uma corrida de diferença e o Panamá sedento por uma corrida, aquela que lhe impediriam de ser caçoados mundialmente por terem perdido pra uma equipe, que supostamente, nem sabia jogar direito.

                Para defender nossa seleção, sobe no montinho Thyago Vieira, o nosso fechador.

                Não foi uma entrada fácil, Thyago começou cedendo uma rebatida para o primeiro rebatedor que enfrentou. Depois, Thyago consegue a primeira eliminação da entrada, em cima de Ruben Tejada, 2B do NY Mets. A eliminação serviu pra aliviar a tensão na minha casa, onde assistia o jogo e certamente fazer o contrário no estádio Nacional do Panamá. O próximo jogador no bastão para o Panamá, o temido Carlos Ruiz, que não perde tempo e  arrebenta uma bola pro campo central, fazendo o corredor na primeira base contornar a segunda base e chegar fácil na terceira, a apenas 30 metros do empate, mas parando quando a defesa brasileira se recuperava e jogava a basebola de volta. Com jogadores na primeira e terceira base, mais uma pedreira pra Thyago Vieira, o gigantesco Carlos Lee. Lee já foi um dos melhores jogadores a jogar na MLB e seu ponto forte é justamente rebater bolas por cima das cercas nos magníficos estádios americanos. Uma rebatida seria suficiente pra acabar com os planos do Brasil e volto aqui a citar Baggio e Tafarel. Muita gente acha que beisebol é chato porque é parado, apesar de eu não achar tão parado assim, mas um jogo emocionante de beisebol é como uma decisão por pênaltis, cada time faz sua jogada e se espera o resultado, mas enquanto se espera por cada jogada, o nervosismo corrói as entranhas e um segundo é suficiente pra mudar toda a partida. No caso do duelo entre Lee e Vieira não foi diferente, cada arremesso era uma oportunidade e muita coisa se passa por trás de cada momento, técnicos enviam sinais pra técnicos de base que por sua vez, passam pros jogadores, como se fossem jogadores de xadrez mexendo suas peças, todo um jogo mental é executado para tentar enganar os rebatedores. Finalmente, no último arremesso desse embate, Vieira joga uma bola alta na zona de strike, assim como Baggio, mas diferente do jogador italiano, a bola de Vieira induz Lee a tentar rebater uma bola ruim, que o elimina por strike out, deixando o Brasil a uma eliminação da inédita classificação. Com o pior passado, Vieira elimina o último panamenho para dar o Brasil a chance de competir com os melhores do mundo, no Clássico Mundial de Beisebol!


                Muita euforia, champagne e festa!

                Mas meu amigo, foi só uma eliminatória! Sim, sim, foi só uma eliminatória. Mas não, não foi só uma eliminatória. Para quem não sabe, não existe beisebol profissional no Brasil, ou seja, as pessoas que aqui o praticam, praticam por puro amor ao esporte. Sabe quanto foi dado ao Brasil pelo comitê olímpico brasileiro, pelo ministério do esporte ou por quem quer que seja aqui no Brasil? Absolutamente NADA. Nem um mísero centavo. Tudo foi bancado pela MLB. O técnico brasileiro, não era brasileiro. Barry Larkin, trabalha como comentarista da ESPN gringa. Mas é um jogador que foi eleito para o Hall da fama do beisebol americano e depois de participar de algumas clínicas com alguns jogadores brasileiros, decidiu VOLUNTARIAMENTE ajudar o Brasil nessas eliminatórias, levando o time a uma classificação supostamente impossível. Por isso,

                PARABÉNS, BRASIL! ESTAMOS COM VOCÊ NESSE WBC!

A temporada regular da NBA chega na metade - Parte 1

Esta semana, a maioria dos times da NBA atingiu a marca de 41 jogos, significando que metade da temporada regular já foi atingida. As vésperas do All-Star Game, faremos um balanço da temporada  de uma maneira diferente, analisando os times como se fossem pilotos de Fórmula 1.

Sebastian Vettel - É talentoso, bom, tem recursos. Enfim, o título é bem possível.

Kimi Raikkonen - É bom, é divertido, mas falta alguma coisa (carro, no caso do finlandês). Título tá um pouco longe, mas uma vaga pros playoffs é garantida.

Paul di Resta - Aquele cara que faz o bom e velho trabalho digno. Briga por uma vaga nos Playoffs.

Piloto da Marussia (qualquer um) - Tá lá pra fazer figuração, ou seja, vão esperar para ver se tem sorte no próximo draft.

Hoje, falaremos da Conferência Leste.

Detroit Pistons, Orlando Magic, Toronto Raptors, Cleveland Cavaliers, Charlotte Bobcats e Washington Wizards


Nessa categoria, alguns tem um futuro mais promissor que os outros. O Pistons chegou a escalar, algumas vezes, cinco rookies em quadra e possui a melhor campanha desta turma. O Cavaliers puderam constatar que acharam o seu franchise player pós-LeBron, o bastante talentoso Kyrie Irving e ainda tem Dion Waiters, além de contar com Anderson Varejão ( por sinal, um pecado a lesão dele, fazia uma temporada espetacular sendo o melhor reboteiro da liga).

O Raptors fez, até agora, a melhor troca desta mid-season, foi buscar o bom Rudy Gay nos Grizzlies, ou seja, já tem o 1º pilar para construir um bom time para as próximas temporadas.

O Wizards tem motivo pra se preocupar, John Wall (conhecido também como o cara que eles depositam suas esperanças) não evoluiu muito neste 2º ano de NBA e Nenê parece bem insatisfeito com o nível do time, o Magic me parece que vai demorar a se reconstruir com a saída de Dwight Howard e o Betogatos está estagnado.

Milwakee Bucks e Philadelphia 76ers


O Milwalkee é a grande surpresa do Leste. Brandon Jennings e Monta Ellis são rápidos, habilidosos e são verdadeiros pesadelos para as defesas adversárias com suas infiltrações. Provavalemente pegam a última vaga, a não ser que o 76ers, que deu um azar danado com a lesão da sua principal contatação Andrew Bynum (ZERO jogos na temporada, é muito azar, meldels), consiga uma reação improvável.

Boston Celtics, Brooklyn Nets, Atlanta Hawks e Indiana Pacers


Até semana passada, apesar da fraca temporada, o Celtics estaria incluso na categoria Vetteriana. Porque estaria? Porque eles normalmente fazem campanhas médias na temporada regular e chegam chutando bundas nos playoffs. Basta lembrar o do ano passado quando eles tiveram a chance de, em casa, eliminar o Miami Heat. Caso LeBron não tivesse ligado o modo apelão a história teria sido outra. Ah, e porque não está? Simples, o All-Star Rajon Rondo se machucou feio e só volta na temporada que vem e ao contrário do Bulls que se acostumou sem Rose e teve tempo para sobreviver sem seu armador, o Celtics terá que em 40 jogos, com pouco tempo de treino achar uma maneira de sobreviver a isso. Apresar disso, lembrem-se Kevin Garnett e Paul Pierce estão lá.

O time do rapper-produtor-estilista-marido-de-Beyoncé Jay-Z conseguiu em pouco tempo dar uma cara nova para a franquia (eles eram New Jersey Nets até ano passado) e vão conseguir voltar aos Playoffs. Apesar das turbulências no meio do caminho como a queda do técnico (derrubado pela estrela Deron Williams), o time é bom e conta com um Joe Johnson que faz ótima temporada (e forma junto com Deron uma das duplas mais explosivas da NBA), um pivô (Brook Lopez) em grande fase e um Kris Humpries sem Kardashians para distraí-lo de seu basquete.

O Hawks tem bons líderes técnicos (Josh Smith, Jeff Teague e Al Halford), mas falta algo para permitir eles sonharem com uma final de conferência, por exemplo. O aspecto positivo da temporada foi o time não cair muito de nível mesmo com a perda de Joe Johnson pro Nets.

Já o Pacers possuem a melhor defesa do Leste (só eles e o Grizzlies tem média de pontos sofridos inferior a 90 pontos) e tem um time bastante equilibrado. Caso pegue um dos times da categoria Raikkoniana, pode passar tranquilamente.

Miami Heat, New York Knicks e Chicago Bulls:


Como o esperado, o Heat está novamente nas cabeças do Leste, com um time quente (trocadilho infame, eu sei) com o power-trio Wade-James-Bosh ganhando a excelente companhia de Ray Allen, o time tem tudo pra chegar no NBA Finals pela terceira temporada consecutiva. Os jogadores tiraram a pressão das costas com o título do ano anterior, mas não baixaram o ritmo. Não bastando isso, o time ainda tem LeBron James que é de outro planeta. O cara é completo, tem um potencial físico absurdo, pode jogar em qualquer posição da quadra e agora que o ódio pós-levar-seus-talentos-para-South-Beach diminuiu, um segundo anel já nesta temporada é bem provável.

Ir para a reserva do time americano nas Olímpiadas mexeu com a cabeça de Carmelo Anthony, o ala que sempre foi genial, finalmente mudou sua postura em quadra (em suma, parou de ser um fominha do caralho). O time é bom, tem bons nomes espalhados por todas as posições, entre eles, o eterno Jason Kidd e o pivô Tyson Chandler e tem um dos melhores bancos da NBA. Enfim, no caso de uma final de conferência com o Heat, o time pode bater de frente.

O Bulls tinha tudo pra ter uma temporada triste. Rose só vai voltar depois do All-Star Game, Luol Deng estava baleado. Enfim, tudo pra ser uma temporada sem muitas emoções, mas eis que como num passe de mágica, Deng melhorou e o time aprendeu a jogar sem Rose. Porém, este time é capaz de num dia bater o Heat em Miami e no outro perder pro Bobcats em casa. Se conseguirem parar essa irregularidade, podem bater de frente com o Heat e o Knicks. A solução pra isso tem nome e sobrenome: Derrick Rose. Se o MVP da temporada 2011 conseguir nos Playoffs jogar no seu nível normal (recuperado de contusão e sendo espetacular), o Bulls dá um passo importante pra voltar ao Finals.


Aposta para a classificação do fim da temporada:
Heat, Bulls, Knicks, Pacers, Nets, Hawks, Celtics, Bucks.